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Permanente, 1959 |
Esta década é o início de sua participação ativa no contexto da arte brasileira. Envia obras aos principais Salões, como o Salão Nacional do Rio de Janeiro, Salão Paulista e as 2ª e 3ª Bienais de São Paulo. Antes de 1965, sua obra tinha características de abstração neocubista, forte influência de Picasso, por quem tinha grande admiração. 1959 seria o ano de Mabe, como relatou a revista Time. Participa da 5ª Bienal de São Paulo com as seguintes obras: |
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Pedaço de luz, 1959 |
Com essas mudanças recebeu o Prêmio de Melhor Pintor Nacional em 1959, das mãos do então presidente da República do Brasil, Juscelino Kubitschek. Passados dez dias recebe o Prêmio Braun para Melhor Pintor a óleo na I Bienal de Jovens de Paris, além de uma bolsa de estudos de seis meses. Manabu Mabe dividiu as fases da seguinte maneira: 1947 a 1949 Escola Acadêmica |

